Parece água, mas é Arla

Um novo produto vai mudar a rotina dos motoristas e tornar a fumaça dos caminhões menos tóxica. Também vai criar um mercado bilionário para quem souber se posicionar

Em um posto de combustível em Venlo, a 180 quilômetros de Amsterdã, na Holanda, um caminhoneiro estaciona a carreta para fazer revisões de rotina. Reabastece o veículo com diesel e, em seguida, encaixa outra mangueira num segundo tanque. Ali fica armazenado o produto conhecido pelos europeus como AdBlue, um líquido aparentemente igual à água feito a partir de ureia (um derivado do gás natural), cuja função é transformar o óxido de nitrogênio (NOx) – gás de efeito estufa liberado pelos veículos movidos a diesel – no vapor de água e no nitrogênio presentes no ar que respiramos. O AdBlue começou a ser usado no continente em 2006, por imposição de uma lei ambiental. Desde então, os europeus deixaram de respirar mais de 1 milhão de toneladas de NOx. E desde então surgiu um mercado promissor, com potencial para saltar dos atuais US$ 1,9 bilhão para US$ 12,6 bilhões até 2020.

Agora é a vez de o Brasil ser apresentado ao AdBlue – ou Arla 32, que é como ele será chamado por aqui. Neste mês, entra em vigor uma determinação do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) para que toda a frota nacional movida a diesel – 2,7 milhões de caminhões e 800 mil ônibus – adote o “aditivo limpo”, seguindo as mudanças já vividas por vários países da Europa, Estados Unidos, Austrália e Japão. A diferença do Brasil em relação ao resto do mundo é o tamanho da indústria que surgirá em função da medida do Conama. A norueguesa Yara, maior produtor mundial de AdBlue, aposta que o mercado brasileiro será o terceiro em escala global no médio prazo. Sua rival Cummins Filtration, braço da fabricante de motores Cummins que também fornece o agente para a Europa e os Estados Unidos, é ainda mais otimista: acredita que o Brasil será o segundo maior do mundo em cinco anos. “Nos Estados Unidos, é preciso abastecer dois litros de aditivo para cada 100 litros de diesel, ou seja, 2%. No Brasil, a proporção será de 5%”, diz Marco Rangel, diretor da Cummins Filtration para a América do Sul. A companhia planeja ter 10% deste mercado em 2012.

A Yara projeta nada menos que a liderança nas vendas de Arla no Brasil. “Somos os primeiros no mundo e também seremos os primeiros aqui”, afirma o diretor Achille Liambos. Falta apenas combinar com os concorrentes. Empresas como Petrobras, Shell, Usiquímica e Tirreno já anunciaram planos para lançar marcas próprias do aditivo que irá limpar os tanques de caminhões e ônibus brasileiros. E até a Vale Fertilizantes pretende tirar um naco do novo mercado.

A entrada do Arla 32 no cotidiano de motoristas brasileiros acontece em função da implementação da nova fase (P-7) do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve), criado pelo Conama em 1986. Desde então, níveis cada vez mais baixos de enxofre foram estipulados para o diesel consumido no Brasil. Por determinação do P-7, os gases da combustão do recém-adotado diesel S-50 , ainda que mais limpos, precisarão ser tratados antes de expelidos pelo veículo – e é aí que entra o Arla 32. Ele é pulverizado automaticamente dentro do escapamento e segue para um catalisador SCR (redução catalítica seletiva, na sigla em inglês) onde se converte em vapor de água e nitrogênio. O processo diminui em até 98% a emissão de partículas de NOx lançadas ao ar.

Na Europa, a exigência da limpeza do diesel passou a vigorar em 2006. Em 2008, a venda de AdBlue passou dos 790 milhões de litros para os atuais 1,2 bilhão de litros. Nos Estados Unidos, segundo a empresa Integer Research, o consumo do ativo (conhecido por lá como DEF) neste ano irá ultrapassar os 500 milhões de litros – o dobro do atual. Ao longo da década, o mercado global do produto deve saltar do jeito que sonham os fabricantes. A China, o Sudeste Asiático, as Américas do Sul e Central e a África entrarão no cenário e elevarão o consumo de Arla 32 a 14 bilhões de litros em 2020 – o equivalente aos tais US$ 12,6 bilhões. Os caminhões e ônibus brasileiros deverão responder, no mesmo período, por cerca de 1,2 bilhão de litros, ou US$ 1,1 bilhão.

Menos poluentes, Diesel S50 e Arla 32 estão disponíveis em todo o território nacional

Nesta quarta-feira, 1º de fevereiro, completa um mês que o óleo diesel com baixo teor de enxofre, o chamado Diesel S50, está disponível em todo território nacional. Menos poluente, por conter 50 ppm (partes por milhão de enxofre), o combustível é destinado aos veículos do ciclo diesel, como caminhões, ônibus e comerciais leves, produzidos a partir de janeiro de 2012.

A nova tecnologia visa a reduzir limites de emissões de gases poluentes e tornar os veículos mais eficientes. A ação vai ao encontro das Fases P-7 e L-6 do Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores (PROCONVE), normatizadas pela Resolução CONAMA nº 403/2008.

O Proncove é uma iniciativa do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), coordenado pelo Ibama e tem o objetivo de reduzir limites de emissões de gases poluentes e tornar os veículos mais eficientes.

A relação de postos que devem, obrigatoriamente, comercializar o Diesel S50, estabelecida pela Resolução ANP nº 62/2011, está disponível no sítio da Agência Nacional do Petróleo e Gás Natural – ANP (www.anp.gov.br). Além desses, já existem outras unidades que, voluntariamente, estão comercializando esse novo combustível. Dessa forma, um veículo novo, da Fase P-7 ou L6, pode percorrer todo o território nacional com a segurança de dispor de algum posto para seu reabastecimento.

O Diesel S50 será fornecido apenas até 31 de dezembro de 2012. Em 2013, ele será substituído por um combustível ainda mais limpo, o Diesel S10.

Os novos veículos podem ser equipados com motores de tecnologia EGR – Exhaust Gas Recirculation (Recirculação dos Gases de Escape) ou SCR – Selective Catalitic Reduction (Redução Catalítica Seletiva). A segunda opção demanda uso de um agente redutor de emissões, conhecido como Arla 32 (Agente Redutor Líquido Automotivo de NOx).

Os diversos agentes envolvidos na comercialização do Arla32, entre os quais a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – FENABRAVE (www.fenabrave.com.br) e a BR Distribuidora (www.br.com.br), já disponibilizam, em seus respectivos sítios, informações de locais de comercialização do produto.

Informações sobre o Diesel S50:

- A diminuição do teor de enxofre no diesel demanda investimentos significativos nas refinarias brasileiras.

- Seu custo de produção é maior do que o dos outros óleos diesel comercializados no país. Além disso, seu transporte e armazenamento exigem instalações e equipamentos próprios. Com isso, ele pode ter seu preço diferenciado. No site da ANP, consta a relação de postos revendedores de Diesel S50, bem como informações atualizadas quanto aos preços praticados.

- Sua utilização é obrigatória para os novos veículos a óleo diesel fabricados a partir de janeiro de 2012.

O consumo do Diesel S50 nos novos veículos reduz significativamente a emissão de gases poluentes, uma vez que as tecnologias EGR e SCR são específicas para uso de óleo diesel com baixos teores de enxofre. Essas tecnologias são capazes de inibir a formação de particulados e de óxidos de nitrogênio (NOx).

Informações sobre o Arla 32:

- Trata-se de uma solução não tóxica, que deve ser injetada no sistema de escapamento, para reduzir quimicamente as emissões de óxidos de nitrogênio presentes nos gases de escape dos veículos pesados a óleo diesel.

- Não deve ser misturado com o óleo diesel.

- Seu abastecimento deve ocorrer em tanque exclusivo, separado do tanque de óleo diesel.

- Está disponível em postos de revenda de combustíveis, bem como nas concessionárias de veículos pesados, além de outros estabelecimentos interessados em comercializá-lo.

- O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – INMETRO é o responsável pelo controle de sua qualidade em toda a cadeia (produção, importação, distribuição e revenda);

- O consumidor somente deve adquirir Arla 32 com o selo de garantia de qualidade do Inmetro.

- O seu consumo corresponde de 3 a 5% do consumo de óleo diesel.

FONTE: Assessoria de Comunicação Social
Ministério de Minas e Energia
(61) 3319-5620/5588
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http://www.mme.gov.br
twitter: @Minas_Energia

Petrobras lança nova campanha publicitária sobre o diesel de baixo teor de enxofre

Começou a ser exibido, neste fim de semana, um novo filme publicitário da Petrobras sobre o fornecimento do Diesel S-50 para todo o país. Criado pela agência Quê, o filme mostra que agora os motoristas podem percorrer o Brasil, de ponta a ponta, abastecendo somente com o novo diesel, que já está disponível em 14 polos de comercialização e em mais de 900 postos Petrobras. Para demonstrar isso, a Petrobras usou o 3D Mapping, uma tecnologia inovadora de mapeamento tridimensional e projeção. No filme, as imagens de diferentes paisagens brasileiras ganham movimento na superfície de um caminhão.

O objetivo da campanha é divulgar o investimento de R$ 16 bilhões feito pela Petrobras no desenvolvimento e fornecimento do Diesel S-50, um combustível com menor teor de enxofre, que melhora o desempenho do motor e reduz os custos de manutenção.

Nos motores novos produzidos a partir de 2012, o benefício é ainda maior, pois o uso do Diesel S-50 resultará na redução de até 80% da emissão de Material Particulado. O diesel de baixo teor de enxofre também tem número de cetano maior que o diesel comum, resultando em melhor partida a frio e redução da emissão de fumaça branca, além de diminuir resíduos no motor e contaminantes no lubrificante.

Este mês a Petrobras também lançará uma campanha voltada para frotistas e caminhoneiros. O objetivo é divulgar a Solução Completa da Petrobras para novos motores: Diesel S-50, Flua Petrobras (marca do Arla 32 – fluido automotivo obrigatório para os novos motores com tecnologia de redução catalítica seletiva – SCR) e Lubrax Advento. Também desenvolvida pela Quê, a campanha contará com anúncio em revistas segmentadas, sites e spots de rádio.

Cummins Filtration inaugura oficialmente unidade fabril do Arla 32

A Cummins Filtration, Unidades de Negócios da Cummins e fabricante dos produtos Fleetguard, inaugurou oficialmente no último dia 20 a linha de produção do Fleetguard Arla 32. O novo produto da marca, responsável por reduzir os níveis de emissões de poluentes regulamentados na norma Proconve P7 e Euro 5, faz parte do pacote de soluções integradas desenvolvidas pela Cummins Brasil, única fabricante de motores e sistemas que fornece equipamentos a todas as etapas da tecnologia SCR (Selective Catalytic Reduction, Redução Catalítica Seletiva), que vai desde a entrada de ar até a saída do escape.

De acordo com Marco Rangel, diretor e gerente geral da Cummins Filtration para a América Latina, o investimento inicial na unidade fabril, localizada em Guarulhos (SP), para a fabricação da solução de ureia foi de US$ 1,3 milhão, incluindo laboratório, certificação e controle do processo. “A capacidade atual da linha hoje é de 22 milhões de litros por ano”, informa o diretor.

No primeiro trimestre de 2012, a previsão de fabricação do Fleetguard Arla 32 é de 1,5 milhão de litros distribuídos para a rede e parceiros. E até o final do ano, a empresa planeja a venda de 16 milhões de litros da solução, o que representa, ainda de acordo com o Rangel, cerca de 16% do mercado.

“Atualmente, o mercado está meio incerto, mas podemos estimar de 80 a200 milhões de litros do Arla 32. Se fixarmos a média de 100 milhões de litros a serem comercializados, vislumbramos abocanhar o equivalente a cerca de 16 milhões de litros em 2012, ano inicial”, comenta Rangel.

Na estratégia de distribuição do Fleetguard Arla 32, novos parceiros e excelentes metas. Segundo Sérgio Giummarra, gerente executivo de Vendas e Marketing da Cummins Filtration para a América do Sul, hoje os pontos de vendas do Arla 32 produzidos pela empresa já somam 3.000 estabelecimentos, sendo 1.000 dos Distribuidores Cummins e 2.000 do nosso novo parceiro, a rede de postos Shell. “E a meta é fecharmos o ano com mais de 4 mil pontos de vendas do Fleetguard Arla 32 para o mercado brasileiro e América do Sul”, diz Giummarra.

O novo produto, que chega para ampliar o portifólio da Filtration, já está sendo oferecido no mercado em embalagens de 5, 10 , 20, 200 e 1.000 litros, além de opção a granel.

Dentro dos novos investimentos, a contratação de mais funcionários para a empresa, que teve no seu quadro um aumento de 10%. Hoje, a Cummins Filtration conta com 100 profissionais em operação.

Com a primeira fase do projeto Fleetguard Arla 32 implantada, o próximo passo é duplicar a capacidade de produção do produto para já entrar em atuação, o que deve começar no segundo semestre deste ano. “Em nossas projeções, a cada dois anos, precisamos duplicar a capacidade para seguirmos a tendência de mercado, mantermos o nosso market share entre 12% e 16% e expandirmos cada vez mais os negócios em outros mercados como a América do Sul”, explica Rangel.

Unidade fabril – Para garantir a qualidade, segurança e distribuição do Fleetguard Arla 32, a Cummins Filtration investiu em equipamentos de alta tecnologia, a exemplo do Laboratório de Controle de Processo. Este, por sua vez, tem a função de atuar na área de transferência para a dosagem dos líquidos e atendimento a especificação. “Tudo é feito de forma automatizada. Antes de ser depositado na embalagem, o líquido precisa ser aprovado pelos CPLs (Controladores Lógicos Programados)”, diz Rangel.

A Cummins Filtration ainda foi responsável por todo o projeto de desenvolvimento da nova unidade fabril, utilizando a última geração tecnológica de controles.

E vale acrescentar que todo o processo de fabricação e distribuição atende aos requisitos do Inmetro, de acordo com a norma ISO, inclusive os produtos já estão sendo comercializados com o selo do Instituto. “A certificação do Inmetro é um requisito compulsório para a participação deste mercado e todo o processo desenhado pela Filtration é integrado e controlado para garantir que não haja risco de qualidade ao produto”, garante Rangel.

Scania promove linha 2012 de ônibus e caminhões sustentáveis

Estratégia da montadora é oferecer veículos que atendam a nova norma ambiental brasileira com vantagens exclusivas.

A Scania, montadora sueca, iniciou uma campanha publicitária para promover sua linha de ônibus e caminhões 2012. O conceito é a apresentação da nova linha com tecnologia Euro 5, que se enquadra na nova exigência ambiental brasileira Proconve P7 e polui até 80 % menos que os antigos modelos Euro 3. Para este lançamento, a montadora preparou também pacotes com vantagens especiais aos clientes.

Desde janeiro deste ano, está em vigor no Brasil o Proconve P7 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores – Fase 7). A nova norma obriga as montadoras a fabricarem motores que se enquadrem no padrão Euro 5 de redução de poluentes, utilizado na Europa desde 2009.

“A mudança de protocolo ambiental no Brasil só reforça o pioneirismo da marca Scania nas questões de sustentabilidade. A campanha tem por objetivo apresentar a linha 2012 e oferecer, por tempo limitado, vantagens exclusivas aos clientes, reforçando nosso portfólio de soluções ao transportador”, explica Márcio Furlan, gerente de Marketing e Comunicação Comercial da Scania do Brasil.

O conceito promocional da campanha de caminhões está focada no modelo R 440 nas opções 6×2 e 6×4. Quem adquiri-lo ganhará o câmbio automatizado Scania Opticruise, Controle de Tração e Freios ABS. A montadora também garante Arla32 por aproximadamente 120 mil quilômetros para todos os modelos de caminhões vendidos durante o período da promoção. Para o segmento de ônibus, os clientes também terão direito ao ARLA 32, além de um Contrato de Manutenção Preventiva, que inclui troca de óleo de motor, filtros, entre outros.

A campanha da marca sueca se estende até 31 de março. Será divulgada nos principais meios de comunicação, como televisão, mídia impressa e meios digitais.

VOSS desenvolve tecnologia no Brasil para se adaptar ao Euro 5

• Com o novo produto, a companhia espera obter mais de 90% do mercado em 2012

• Faturamento pode crescer até 10% no próximo ano, mesmo com expectativa de retração do segmento de pesados

A VOSS Automotive, multinacional alemã líder no segmento de tubulações e conexões para automóveis, inaugura tecnologia local para atender à demanda brasileira de novos motores diesel Proconve 7 (Euro 5) com sistema de redução catalítica seletiva (sigla SCR em inglês). Com a iniciativa, a companhia espera alcançar mais de 90% deste mercado no próximo ano.

A novidade é o desenvolvimento de um sistema completo de tubulações capaz de suportar a corrosão da uréia e as fortes oscilações de temperatura e pressão, presentes no sistema SCR, que serão empregados na grande maioria dos motores de ônibus e caminhões produzidos a partir de janeiro de 2012. “A tecnologia das linhas com tubos em material plástico multicamadas foi a solução de baixo custo e alto desempenho encontrada para se adequar aos motores da nova geração”, diz Sergio Andreatini, presidente da VOSS Automotive Ltda..

Perspectivas 2012

Esta linha de produtos já gerou demanda de produção suficiente para a companhia mudar sua filial, focada na produção de itens SCR, para um espaço cerca de cinco vezes maior. Além disso, fez com que a empresa aumentasse a expectativa de crescimento em 2012 para 10% sobre o faturamento deste ano, que foi de R$ 100 milhões.

“A chegada dos novos motores neste ano, tornando os veículos mais caros do que os produzidos anteriormente, levou a uma antecipação de compra em 2011 e, consequentemente, à expectativa de retração do mercado no início de 2012, independentemente dos efeitos da crise econômica mundial”, ressalta Andreatini.

Segundo ele, apesar do cenário negativo o crescimento da empresa deve atingir a marca de dois dígitos, “já que somos a principal fabricante local desta tecnologia, com custo inferior às linhas e tubulações baseadas na matéria-prima borracha”, completa.

Tecnologia multicamadas

A grande maioria dos motores diesel Euro 5 no Brasil, a fim de atender à nova legislação de emissão de poluentes, conta com sistema SCR que utiliza uma solução chamada de ARLA 32, dotada de uréia em sua composição. Por ser corrosiva, esta solução demanda tubulações e conexões resistentes à corrosão, além da necessidade de serem flexíveis e resistentes à temperatura e pressão. Usualmente, tais linhas são feitas à base de borracha, elevando o custo, o que levou os fabricantes a buscarem novas tecnologias alternativas à borracha.

Foi neste momento que a VOSS Automotive desenvolveu a tecnologia de tubulações com polímeros plásticos multicamadas e conectores em plástico ou inox, resistentes à corrosão da uréia e a diferentes níveis de pressão e temperatura. A solução é flexível e possibilita ainda revestimento interno “teflonado”, para evitar acúmulo de cristais de uréia em aplicações específicas.

Ford Q1

A unidade brasileira da companhia conquistou neste ano a certificação Q1 da Ford, fruto de esforços para atingir “zero defeito” em toda a linha de produção e para melhorar a logística na disponibilização e entrega das peças. “Esta conquista marca não somente nosso empenho em melhorar a qualidade de todo o processo produtivo, mas também nossa entrada no seleto grupo de fornecedores da Ford Caminhões, para a qual desenvolvemos as linhas e tubulações SCR multicamadas”, finaliza Andreatini.

Líder no segmento na Europa e Brasil, a VOSS desenvolve soluções otimizadas e sob medida em parceria com os departamentos de engenharia das montadoras. Possui no País um centro de desenvolvimento para tecnologias de extrusão e integração de sistemas fluidos. O Grupo VOSS tem sua matriz na Alemanha, registrou faturamento de € 330 milhões em 2011, emprega cerca de 2.300 colaboradores e possui mais de 150 direitos de patente em todo o mundo, o que comprova sua competência de inovação. No Brasil, atende empresas como Daimler (Mercedes-Benz), Volkswagen e MAN, Ford, Scania, Iveco, Agrale, Cummins, MWM-International, ZF, Bosch e FTE, entre outras.

ANP quer incentivar o uso de diesel S-50

Agência Brasil

Há duas semanas está no mercado nacional o novo diesel S-50, com limite de 50 partes por milhão (ppm) de enxofre, menos poluente do que os demais combustíveis da mesma família. A novidade atende a demanda dos motores dos novos veículos comerciais, adequados à norma de emissões Euro 5, ou Proconve P7.

O diretor da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Allan Kardec Duailibi, disse em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, que foi ao ar no último dia 13, que três tipos de diesel são comercializados no Brasil. O esforço a partir de agora, entretanto, será para incentivar a venda do S-50. Segundo ele, os veículos mais antigos também poderão utilizar o novo combustível.

O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom), Alísio Vaz, disse que já existem 1.200 postos associados com o novo diesel. “No Brasil, tem mais postos do S-50 do que veículos para consumir esse tipo de combustível.” Ele acrescentou ainda que as expectativas do mercado são positivas. Na visão do dirigente, o Brasil ficará no mesmo nível dos países desenvolvidos no que se refere à qualidade do combustível.

“Para chamar a atenção dos consumidores e dos [proprietários de] postos de combustíveis, a ANP distribuiu adesivos explicando as vantagens do uso do S-50. O Sindicom, também vai entregar cartilhas orientando os revendedores de combustíveis”, disse Duailibi.

MWM INTERNATIONAL distribui Arla 32 para mais de 350 postos de sua Rede Autorizada

São Paulo – A MWM INTERNATIONAL, fabricante independente de motores diesel líder no Mercosul, iniciou a distribuição do Arla 32 (Agente Redutor Líquido Automotivo) em todo o território nacional. Ao todo, são mais de 350 pontos de comercialização do produto.

A partir deste mês, todos os veículos a diesel produzidos com a tecnologia SCR, terão que utilizar o Arla 32, a base de uréia, que injetada no catalisador, vaporiza e se decompõe, convertendo o NOX em nitrogênio e água, não poluentes. Em breve, o produto será vendido em embalagens de diversos tamanhos, atendendo as necessidades de armazenamento do consumidor final.

Para o perfeito funcionamento do Arla 32, a MWM INTERNATIONAL recomenda que o consumidor esteja atento ao selo do Inmetro, ao certificado da International Organization for Standardization ISO 22241-1 e as especificações da portaria Inmetro de nº 139 de 21/03/2011.

Diesel S50 e Arla 32 começam a ser distribuídos no Brasil

O Arla 32 – aditivo baseado em ureia –, e o diesel S50, com menor concentração de enxofre, deverão ser utilizados no abastecimento de caminhões e ônibus que utilizam a tecnologia Euro5, criada para reduzir a emissão de poluentes na atmosfera, desde o dia 1º de janeiro deste ano.

As novas normas fazem parte da lei que obriga os caminhões e ônibus, comercializados a partir de janeiro de 2012, a adotar, em seus motores, a tecnologia de acordo com o PROCONVE7 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores). A nova tecnologia fez com que fabricantes de caminhões e ônibus mudassem os sistemas de seus motores, fazendo com que a grande maioria optasse pelo sistema SCR (Redução Catalítica Seletiva), que se baseia na utilização do aditivo Arla 32 (ou ureia, mas não aquela que é comprada em lojas agrícolas), solução atóxica com 32% de ureia diluída em água desmineralizada que, juntamente com o equipamento catalisador e um diesel com menos enxofre – o S-50 – reduzirá a poluição. A outra opção tecnológica é o sistema EGR, que não necessita da utilização do Arla 32.

Uma das maiores questões sobre o tema é em relação ao abastecimento nos postos de todo Brasil. Para isso, a Fenabrave, em parceria com o Ministério de Minas e Energia, realizou, em 12 de dezembro, um programa especial na TV Fenabrave, com o objetivo de debater este tema. Durante o programa, exibido para mais de 750 pontos de recepção em todo o Brasil, representantes do governo e de entidades, discutiram a distribuição do Arla 32 e do Diesel S50 nos postos de todo País.

Dirceu Cardoso Amorelli Junior, superintendente de abastecimento da ANP, falou sobre o empenho da entidade para que haja a melhor forma de suprir o fornecimento ao consumidor. “A ANP [Agência Nacional do Petróleo] trabalhou junto às montadoras, produtores e distribuidores para fornecer o melhor produto na rede de postos. Fizemos algumas notificações para que todo o Brasil tenha acesso à nova tecnologia”.

“Em qualquer lugar do território nacional poderão ser feitos estes abastecimentos com combustível. Desde o dia 1º de janeiro, 3 mil postos de abastecimento já disponibilizarão os combustíveis, que também prestarão assistência ao consumidor. Nos próximos dias, ANP divulgará no site, em quais locais estarão esses pontos”, explicou Amorelli Junior.

Além da distribuição dos novos combustíveis em postos de todo o País, a rede de concessionárias de caminhões e ônibus de todas as marcas, também auxiliarão na comercialização desses combustíveis.

SERVIÇO – ONDE ENCONTRAR O S50 E ARLA32

A ANP já credenciou mais de 3 mil postos de combustíveis, em todo o Brasil, para disponibilizar o Diesel S50 e o Arla 32. Para saber qual é o posto mais próximo de você, basta clicar aqui.

Para saber quais são as concessionárias de caminhões e ônibus mais próximas, que vão comercializar o Arla 32, basta consultar a Associação que representa cada marca. Para saber os contatos das Associações de Marca filiadas à Fenabrave, clique aqui.

Diesel S-50: Petrobras Distribuidora divulga lista de postos

Já está disponível no site da Petrobras Distribuidora [www.br.com.br] a lista de mais de 800 postos de serviço de bandeira Petrobras, onde desde 1º de janeiro se pode abastecer com o diesel S-50, com baixo teor de enxofre, obrigatório para a nova geração de motores a diesel produzidos pelas montadoras, especialmente caminhões e ônibus.

Além do diesel S-50, a Petrobras Distribuidora está disponibilizando uma solução integrada para os novos motores (Euro 5/Proconve 7), que inclui o Flua (marca própria da Petrobras para o Arla 32) e o lubrificante Lubrax Advento.

Brasil adota novo tipo de óleo diesel que polui menos

A partir de hoje (1º) é obrigatória a distribuição do óleo diesel S50, com baixo teor de enxofre, em todas as regiões do país. Além de ser menos poluente, o combustível é indispensável para o funcionamento dos motores comerciais pesados, como caminhões e ônibus, fabricados a partir de 2012 e comercializados no mercado interno brasileiro.

O diesel S50 contém teor de enxofre de 50 miligramas por quilo de combustível (mg/kg), bem menor que o S500 e o S1800, os mais comercializados atualmente, com teor de enxofre mais de dez vezes superior.

Nos novos motores, o diesel S50 deve reduzir em até 80% as emissões de materiais particulados e em 98% as de óxidos nitrosos. Nos demais motores, no entanto, a redução das emissões será limitada a até 15%, o que deve ser resolvido ao longo do tempo com a renovação da frota.

A frota brasileira de veículos pesados é de aproximadamente 2,3 milhões de veículos e a estimativa da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) é que serão vendidos entre 160 mil e 170 mil em 2012.

O Ministério de Minas e Energia informou que outra novidade é a necessidade dos novos veículos pesados usarem um agente, chamado Arla 32, que neutraliza as emissões de óxidos nitrosos e de materiais particulados. O produto, no entanto, não pode ser misturado ao óleo diesel, sendo colocado em um tanque exclusivo identificado com tampa azul, e injetado em dosagem controlada na saída dos gases do escapamento, antes do catalizador.

A substituição do diesel mais poluente foi definida em 2002 pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e deveria ter entrado em vigor em 2009, mas só começou a sair do papel depois da intervenção da Justiça. Para 2013, o acordo prevê a substituição do S-50 por uma versão de diesel com teor de enxofre ainda menor, o S-10, com limite de 10 miligramas de enxofre por quilo de combustível (mg/kg).

Fonte: Agência Brasil

Mercado de Arla 32 pode chegar a R$ 2 bi ao ano

As petroleiras finalmente mostraram, na Fenatran, suas armas para o mercado do novo diesel S50 e do Arla 32, o reagente à base de ureia. A Petrobras promoveu palestras sobre o tema e procurou tranquilizar os visitantes sobre a disponibilidade do novo combustível a partir de primeiro de janeiro.

As estimativas são de que sete refinarias da Petrobras atenderão a uma demanda de 5,5 bilhões de litros do diesel S50 já em 2012. O que não for produzido aqui será importado. Em relação ao Arla 32, espera-se a venda de 100 milhões de litros em 2012, com faturamento de R$ 200 a R$ 250 milhões. Até 2020, estima-se que esse mercado movimente mais de R$ 2 bilhões ao ano.

A Petrobras vai produzir Arla 32 em sua fábrica de fertilizantes em Camaçari, na Bahia. A Vale também produzirá o reagente, além da líder mundial no setor, a Yara, que já está no Brasil. No varejo, a BR Distribuidora lançou a marca Flua para identificar seu produto.
A Raízen, empresa resultante da integração da Shell e Cosan, também lançou na Fenatran a marca Evolux, tanto para o diesel S50 quanto para o Arla 32.

De acordo com o gerente nacional de frotas pesadas, Douglas Pina, a partir de janeiro, pelo menos metade da rede estradeira de 450 postos da Raízen terá o S50 e o Arla Evolux para vender.
A empresa aproveitou a Fenatran para apresentar um novo sistema de gestão de frotas, o Expers, que, além de ajudar a reduzir os gastos com combustíveis e manutenção, emite relatórios gerenciais das emissões de gases de efeito estufa.

Resolução da ANP não será cumprida, diz Sindicom

RIO – O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom) afirmou que não conseguirá cumprir a resolução da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) que determina os postos que deverão fornecer, a partir de 1º de janeiro, o diesel S50, menos poluente. O presidente do Sindicom, Alísio Vaz, garantiu que o não cumprimento não colocará em risco o atendimento da demanda esperada para 1º de janeiro.

Vaz explicou que o sindicato havia apresentado ao órgão regulador uma proposta em que cerca de 1.200 postos de empresas ligadas à entidade fornecessem o S50 e o Arla 32 – solução de ureia que deverá ser fornecida aos veículos com tecnologia Euro 5, que demanda o diesel menos poluente – mas apenas no início do mês a ANP apresentou as normas que definem que tipo de posto deverá estar apto a fornecer os novos produtos. Segundo ele, o pouco tempo para que os postos façam as obras necessárias tornará impossível o cumprimento da norma já em 1º de janeiro.

As exigências da ANP foram consideradas excessivas pelo Sindicom e Vaz ressaltou que os 1.200 postos que estarão aptos a fornecer o S50 e o Arla 32 serão suficientes para atender a demanda. Segundo ele, a resolução da ANP significaria que um total de cerca de 3 mil postos – incluindo os de empresas não ligadas ao Sindicom – em todo país deveriam se adequar às novas normas.

Vaz não soube informar o número de postos, dentro desse universo de 3 mil, seriam de bandeiras filiadas ao Sindicom. Entre as exigências da ANP estão a existência de um tanque reservado para o diesel S50 para qualquer posto em que há mais de um tanque destinado ao estoque de diesel.

“Impossível que todos eles [os postos] estejam prontos em 1º de janeiro. Teremos cerca de 1.200 postos e isso é mais que suficiente”, destacou Vaz.

O executivo, que preside o Sindicom desde abril, lembrou que a venda de veículos Euro 5 em 1º de janeiro “será nenhuma”.

“As montadoras acumulam veículos Euro 3 [tecnologia anterior ao Euro 5] nos seus pátios”, disse Vaz, lembrando que as montadoras têm até 31 de março para comercializar todo o seu estoque com as concessionárias. Uma vez vendidos às concessionárias, os caminhões não têm prazo para serem comercializados os consumidores finais.

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Embalagem para Arla 32 é a novidade da Unipac

As inovadoras embalagens chegam ao mercado em duas versões e são específicas para o envase e transporte deste aditivo que atende a norma Proconve P7

Reconhecida por prover soluções, a Unipac – uma divisão de negócios do Grupo Jacto e considerada uma das mais completas indústrias de transformação de polímeros do país – anuncia o lançamento das embalagens específicas para envase e transporte de Arla 32 (Agente Redutor Líquido Automotivo), um aditivo que, ao ser injetado no escape dos veículos a diesel, reduzirá quimicamente as emissões de gases provenientes do motor, liberando nitrogênio e vapor de água, que não são prejudiciais ao meio ambiente.

As embalagens da Unipac chegam ao mercado a partir de dezembro com volumes de 10 ou 20 litros. Elas atenderão à demanda de mercado gerada pela implantação da norma Proconve P7 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores) – regulamentada pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente, e que é uma versão brasileira do Euro 5 adotado na Europa. Essa legislação passa a vigorar no Brasil em janeiro de 2012 e exige o uso do aditivo Arla 32 nos caminhões e ônibus com motores movidos a diesel para reduzir a emissão de poluentes.

Com esse lançamento, a empresa amplia seu portfólio para produtos químicos e ingressa na cadeia de embalagens para combustíveis. “Grande parte dos postos de combustíveis para caminhões terá o Arla 32 disponível para os motoristas, mas com essa solução inovadora ofereceremos aos profissionais que atuam no setor de transporte uma autonomia muito maior durante as viagens”, afirma o gerente comercial da empresa, Vailton Carlos Bonfim.

Processo de desenvolvimento

Essas embalagens da Unipac foram criadas a partir de estudos sobre as necessidades e particularidades deste segmento, que apontaram a segurança, leveza, resistência ao empilhamento e a facilidade de enchimento do tanque próprio para Arla 32 como aspectos fundamentais para seu desenvolvimento, um processo que durou 12 meses e incluiu as fases de definição técnica, estudos de normas, investimentos em ferramentais e em máquinas sopradoras, além de testes de performance.

Fabricadas pelo processo de sopro, as bombonas com 10 ou 20 litros atendem a norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) NBR ISO 22241 e, com base em seus requisitos, as embalagens Arla 32 passaram por diversos testes, como de queda, dimensional, empilhamento, compatibilidade com o aditivo, segurança do veículo e do condutor, todas a fim de garantir o atendimento às necessidades deste segmento.

As embalagens Unipac Arla 32 foram desenvolvidas tomando-se como base as medidas do palete padrão PBR (1m x 1,2m), que permite a colocação de 15 peças no lastro do palete para o modelo de 20 litros e 25 unidades para a versão de 10 litros e, ainda, empilhamento de 1+2 camadas. As peças contam com bico prolongador que simplifica o abastecimento do aditivo.

Mercado potencial

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Petrobras mira reagente

A Petrobras tem planos de construir uma nova unidade de produção do Arla 32 em uma de suas novas fafens a partir de 2014. A intenção da companhia é atender à crescente demanda pelo reagente líquido – produto indispensável para o funcionamento dos motores P7 que serão obrigatoriamente instalados nos caminhões produzidos ou importados a partir de janeiro – e fazer frente à concorrência com a Vale Fertilizantes.
A área de Gás e Energia da Petrobras ainda está avaliando a localização e a capacidade de produção da futura unidade. O mais provável, no entanto, é que uma planta com capacidade superior a 200 mil m3/ano seja instalada na UFN III, localizada em Três Lagoas (MS), a primeira das três novas fafens a entrar em operação.
A intenção da companhia é produzir o reagente no Centro-Sul, perto do centro consumidor. Além da UFN III, outra possibilidade seria construir a nova unidade do Arla 32, que utiliza ureia como matéria prima, no complexo gás-químico de Linhares (ES), mas previsto apenas para 2017.
Enquanto a nova planta não é instalada, a Petrobras produzirá o Arla 32 na fafen de Camaçari (BA). Ao todo, a companhia investiu R$ 105 milhões na unidade de produção do reagente. A produção em escala comercial teve início em outubro de 2011 com capacidade de 63 mil m3/ano e chegará a 200 mil m3/ano em outubro de 2012.
O reagente também será produzido no Brasil pela Vale Fertilizantes, que investiu R$ 11 milhões para fabricar o Arla 32 na fafen Araucária (PR). A capacidade instalada da empresa é de até 422 mil m3, nove vezes mais que a expectativa de demanda do mercado brasileiro calculada pela própria Vale, de 46 mil m3. Em 2017, a expectativa é que sejam demandados 825 mil m3.